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Financiamento Imobiliário

Calcule a parcela do financiamento imobiliário pelo sistema Price (SAC disponível em breve).

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Como funciona o financiamento imobiliário?

No financiamento imobiliário, o banco empresta o valor do imóvel (menos a entrada) e o comprador paga em parcelas mensais que incluem amortização da dívida + juros. Esta calculadora usa o Sistema Price, onde a parcela é fixa do início ao fim — mas a composição muda: as primeiras parcelas têm mais juros e menos amortização, e as últimas têm mais amortização e menos juros.

Como calcular a parcela (fórmula Price)

A fórmula PMT (Payment) calcula a parcela fixa de um financiamento:

PMT = PV × r ÷ (1 − (1 + r)^−n)
  • PMT = valor da parcela mensal
  • PV = valor financiado (preço do imóvel − entrada)
  • r = taxa de juros mensal (ex: 0,79% = 0,0079)
  • n = número de parcelas (prazo em meses)

Exemplo: financiar R$400.000 em 360 meses a 0,79% a.m. resulta em parcela de aprox. R$3.357. Ao longo de 30 anos, o total pago será aprox. R$1.208.520 — R$808.520 só de juros.

Como funciona a tabela de amortização

Cada parcela é decomposta em duas partes:

Juros do mês: Saldo devedor × taxa mensal. No início, o saldo é alto, então os juros são grandes.
Amortização: Parcela − juros do mês. É o valor que efetivamente reduz a dívida.
Saldo devedor: Quanto ainda falta pagar de principal. Cai devagar no início e mais rápido no final.

Price vs SAC: qual a diferença?

CaracterísticaPriceSAC
ParcelasFixasDecrescentes
Primeira parcelaMenorMaior
Última parcelaIgual à primeiraMenor de todas
Total pago em jurosMaiorMenor
Amortização mensalCrescenteConstante
Mais indicado paraQuem precisa de parcela menor no inícioQuem quer pagar menos juros no total

Dúvidas comuns

Posso usar o FGTS para amortizar?

Sim. O FGTS pode ser usado para dar entrada, reduzir o saldo devedor (amortização extraordinária) ou abater parcelas. Quanto antes usar para amortizar, maior a economia em juros — pois o saldo devedor cai e as parcelas seguintes têm menos juros.

O que é o CET (Custo Efetivo Total)?

O CET é a taxa que representa o custo real do financiamento, incluindo juros, seguros obrigatórios (MIP e DFI), tarifas e outros encargos. Sempre compare pelo CET, não apenas pela taxa de juros nominal, pois os seguros podem representar valores significativos ao longo de 30 anos.

Vale a pena dar mais entrada?

Quase sempre sim. Quanto maior a entrada, menor o valor financiado e, consequentemente, menores as parcelas e o total pago em juros. Dê no mínimo 20% de entrada — abaixo disso os bancos costumam cobrar taxas maiores e exigir mais garantias.

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